Trilhos Serranos

PEQUENINO

Invisível

Inteligente

A gente

É o seu império.

A seu critério

Mata

Sem clemência

E escapa

Ao domínio da Ciência.

DAVIDE FERREIRA

A vida tem destas surpresas. Ontem, sintonizado num do CANAIS CABO, atento ao mundo e aos condicionalismos impostos pelo ESTADO DE EMERGÊNCIA decretado pelo Governo, direi melhor, imposto por um ser microscópico, que se tornou SENHOR DO MUNDOCORONAVÍRUS - sobre o qual já fiz CINCO crónicas alojadas no meu site “TRILHOS SERRANOS”, com porta aberta no FACEBOOK, ontem, dizia eu, fui surpreendido por um SENHOR a falar desempoeiradamente para a câmara do jornalista, nas funções de “RELAÇÕES PÚBLICAS DA GNR”. Militar da CORPORAÇÃO, patente de CAPITÃO, aquela cara dizia-me algo. Eu conhecia aquele SENHOR de algum lado. De há mito tempo, seguramente.

O MEDO

Neste tempo de clausura

Tudo bota faladura

A falar do que não sabe.

Fala o Papa, fala o cura

O sacristão e o abade

O civil e a autoridade.

LANTERNA DE DIÓGENES

No meu vídeo alojado no Youtube, no dia, mês e ano - 25-03-2020 - com o título «FAREJA - TERRA E GENTE” (2)», feito na sequência de outros dois alguns dias antes sobre os “CASTANHEIROS CENTENÁRIOS” - o das “CHÃS” eo da “LEVADA” - passeando-me nos diversos caminhos que se cruzam no espaço sito entre Vila Pouca, Braços, Castro Daire e Fareja, um autêntico pulmão verde sobre o qual já fiz também vários vídeos ilustrativos disso mesmo, via neles a rede viária entre todas estas povoações nomeadas, em tempos idos, tal como em idos tempos palmilhei, durante anos, na companhia da minha esposa, em tempo de lazer.

ROMPE E RASGA...SIGA A RUSGA

Os amigos (aqueles que o são) far-me-ão a justiça de não acusarem de “alarmistas” ou de esconderem interesses ocultos os textos que tenho vindo a elaborar sobre os maus tempos que atravessamos e nos conduziram ao estado de clausura, fechados nas nossas casas, por ora convertidas nos velhos castelos medievais sitiados, munidos de besteiros e arqueiros a espreitarem pelas seteiras prontos a suster o inimigo que, em torno deles, assentou arraiais. Ou então, como nos velhos mosteiros rurais, refúgio seguro das populações, onde enfrentavam o inimigo, com preces e orações.