Trilhos Serranos

PROFESSOR É PROFESSOR

Dois dias depois de eu ter feito 81 anos de idade, caiu-me na minha caixa do correio eletrónico um texto remetido por um SENHOR que tive a honra e o orgulho de ter como PROFESSOR de LATIM, de PORTUGUÊS GRAMATICAL e de LITERATURA PORTUGUESA. Vivo, e de boa saúde, dá pelo nome de FRANCISCO CRISTÓVÃO RICARDO e não tenho o desplante de lhe perguntar a sua idade.

ALEGAÇÕES FINAIS

Neste ano de 2020 chegou-me um vídeo feito em 2001, cujo conteúdo se reporta à cerimónia de lançamento do meu livro “MOSTEIRO DA ERMIDA”, que teve lugar no «CENTRO MUNICIPAL DE CULTURA», em CASTRO DAIRE, promovida pelo Dr. Arménio de Vasconcelos.

 EU,  O FACEBOOK E O «WI-FI» MUNICIPAL

Já perdi a conta os apontamentos deixados no espaço «FACEBOOK» com o título supra. Mas, a propósito do último que ali alojei, aludindo à falta de «REDE WI-FI» no JARDIM PÚBLICO de CASTRO DAIRE, abaixo transcrito na íntegra com os comentários que recebeu (isto para nenhum deles se eclipsar, entretanto) fui rebuscar o naco de um desses textos para INTRODUÇÃO desse «ALFOBRE» de opiniões. Algumas delas, claramente inoportunas e sem qualquer sentido. 

Resolvi reparti-lo  em segmentos,  uma forma didática de ele vir a ser bem lido e compreendido, já que, por vezes constacto haver pessoas que, seja por magra LITERACIA, seja por gorda PROVOCAÇÃO, dão mostras cabais de não saberem ler o que digo e escrevo.

A PRIMEIRA PARTE, será constituida pelo texto que publiquei, HÁ ANOS, uma reflexão sobre as funções do FACEBOOK, como espaço DEMOCRÁTICO onde se projetam as felizes ALMAS (ou ALMAS PENADAS) que nele deixam as suas realizações, angústias e frustrações.

A SEGUNDA PARTE, inclui o texto que escrevi e publiquei nesse espaço aludindo à “FALTA DA REDE WI-FI” no JARDIM PÚBLICO de Castro Daire, aos fins de semana e feriados, sobre o qual anexo o link de um vídeo feito em junho de 2019 e só neste ano de 2020 ascender ao Youtube, por força da IGNORÂNCIA revelada por um crítico ou dois sobre O USUFRUTO deste bem de PRIMEIRA  NECESSIDADE, nos tempos que correm. 

A TERCEIRA PARTE, foi reservada aos esclarecidos e/ou obtusos COMENTÁRIOS que esse meu texto recebeu, vindos de quem o leu, alguns deles eivados, claramente de cariz ideológico, numa espécie de “defensores do convento”. Os subscritores lá saberão porquê. Eu dei os esclarecimentos devidos e o leitor deste meu texto, ajuizará das intenções e clareza que cada COMENTÁRIO comporta.

A QUARTA PARTE serve para mostrar, através de fotos e gravuras, a razão de eu ter comparado CASTRO DAIRE a CASTRO VERDE no que toca ao uso urbano da INTERNET disponibilizado pelos EXECUTIVOS MUNICIPAIS e com isso mostrar quantos anos aquele concelho, onde trabalhei alguns anos, leva de avanço ao meu concelho de origem e, com isso rechaçar as incompreensíveis observações de PEDRO SOUSA no que respeita ao uso das NOVAS TECNOLOGIAS como base de INFORMAÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CULTURA. Mas também aqui deixo aos leitores a liberdade do mais acertado juízo. Pelos GOSTOS apostos no fim do texto (com o polegar virado para cima e outros Imoges) deixados ali pelos demais leitores, parece que PEDRO SOUSA ficou isolado dos restantes, mais isso se verá somente no mural do FACEBOOK, já que essa referência se perdeu na transposição que fiz para este meu SITE. Questões de TECNOLOGIA e não de CENSURA minha. Assim: Eis, pois:

GRATIDÃO

O escultor Coelho Pinto

Que das pedras faz gente

(Meu amigo

De há muitos anos)

Nos seus ledos enganos

De artista

Trabalhou diligente

Uma escultura

(Está à vista)

Que, simbolicamente,

Diz ser o meu retrato

Chapado.

UMA MORTE ANUNCIADA

Há dias recebi, na minha caixa do correio analógico, um folheto azul que me deixou triste. Nele se faz eco público da má situação em que se encontra o “Notícias de Castro Daire”.Tenho acompanhado as dificuldades da imprensa regional, em geral  e quanto a PANDEMIA veio agravar a situação.  Como já me encontrava «desvinculado» desse órgão de comunicação local, aqui deixo as razões  da minha tristeza em correspondência trocada com o atual Diretor, Marco Lacerda, de quem sou amigo e cuja família muito estimo.