Trilhos Serranos

CASA BRASONADA DOS AGUILARES (2)

Vimos no APONTAMENTO anterior, dado a conhecer ao público pela primeira vez no meu velho site, em 2012, agora reposto neste meu novo espaço online, que o SOLAR DOS AQUILARES com BRASÃO DE ARMAS na frontaria do edifício, relegou para lugar mais discreto (por cima da porta que dá acesso à capela «Ecce Homo», com acesso pela rua S. Benedito,  as ARMAS que foram de  LOURENÇO RANGEL DE CARVALHO,  instituidor do MORGADO DE CASTRO DAIRE, casado com MARIA DE LUCENA RANGEL.

SOLAR DOS AGUILARES (1)

O texto que se segue foi publicado e, 2012 no meu site «trilhos-serranos.com», mas por razões que me foram alheias. essa página deixou de estar on-line e, com tal, todo o material ali publicado deixou de poder ser consultado.

Tenho vindo a repor algum desse material neste meu novo espaço, (trilhos serranos.pt) e, por isso, só hoje coube a vez de divulgar, novamente, o que investiguei e soube sobre o SOLAR DOS AGUILARES. Assim:

CASA BRASONADA DE FAREJINHAS

Já falei dos proprietários desta CASA BRASONADA, aquando fiz o livro sobre a CAPELA DE SANTO ANTÓNIO, «pro bono», a pedido dos atuais zeladores do culto e proprietários do templo, a fim de, com a venda, poderem angariar algum dinheiro para a sua cobertura, bastante danificada. Mas, para além disso,  convém publicar aqui algumas linhas que ficaram silenciadas no «disco rígido» do meu computador à espera que o PODER LOCAL, através do PELOURO DA CULTURA, se empenhasse mais em «pavimentar» os caminhos da HISTÓRIA  e se empenhasse menos a pintar as estradas com riscos azuis a fingir «ciclovias». Questão de prioridades e como estamos em vésperas de eleições autárquicas aqui fica o meu alerta lançado a todos os CANDIDATOS que aspiram, e muito bem,  sentar-se nas cadeiras municipais de «estilo joanino». Exercício de cidadania.

VELHINHO

Rio Velhinho, sem idade, nascido da terra, nascido do chão, viveu sozinho milhares de anos na solidão.

NÓS E AS COISAS

Numa das minhas crónicas anteriores referi-me à minha juventude e à relação que tinha com as coisas do mundo. Retomo o fio da meada pelas razões que a seguir se verão. Assim: