Trilhos Serranos

Recentemente fui interpelado sobre a «HISTÓRIA DAS FORÇAS DE SEGURANÇA, EM CASTRO DAIRE», nomeadamente sobre a «HISTÓRIA DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA», que, no pensar do meu amigo interpelante, tinha precedido a GNR. Eu respondi que não tinha feito um estudo sistematizado sobre essas FORÇAS, mas adiantei que, ao contrário do que ele pensava, na HISTÓRIA DAS FORÇAS DE SEGURANÇA LOCAL a GUARDA REPUBLICANA veio antes da POLÍCIA, pois assim me diziam os jornais locais, no tempo da PRIMEIRA REPÚBLICA,  que eu tinha consultado a preceito e cujas  anotações mantive nos meus ARQUIVOS.  Como me pareceu duvidar das minhas palavras, aqui deixo, preto no branco, o resultado da minha investigação.

Omito as «fontes» (referindo apenas o título e o ano) por saber que anda por cá muito investigador do «copy/paste» e, valendo-se, sem escrúpulos,  do trabalho alheio, o chamam a si, como se fossem eles a «queimar as pestanas» e a «respirar o pó dos arquivos». Assim:  

COGITO, ERGO SUM

Eu, que cogito e invejo a homérica e indomável vontade de Marco Polo, medindo, à cancha, a rota da seda em busca do desconhecido oriente longínquo. Eu, que cogito e invejo a homérica coragem de Fernão Mendes Pinto, enfrentando as náuseas do mar salgado e a doçura e deslumbramento de coisas nunca vistas, nem ditas, lá longe, muito longe, em terras e gentes ignotas. Eu, que cogito e me delicio a navegar no mar da Odisseia junto de Ulisses e dos seus companheiros de regresso à ucha, depois daquelas aventuras vividas e cantadas por Homero, em tempo que lá vai. “Filho da Ucha, para ela pucha”, assim me dizia o meu pai.

A minha investigação sobre a HISTÓRIA LOCAL conduziu-me, um dia, ao jornal «Echos do Paiva» (nº  119 de 18 de Novembro de 1917) e por ele fiquei a saber o que transcrevo a seguir, assim:

O FACEBOOK É UMA LIÇÃO

Na página facebookiana com o título LITERATURA E POESIA, de que é fundador e administrador o PROFESSOR DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA, AMADEU CARVALHO HOMEM, grupo privado para que tive a honra de ser convidado, deixei, hoje mesmo, dois COMENTÁRIOS suscitados pelo texto que ali publicou JOÃO VALENTE que titulou “CANTO DAS SEREIAS” referindo-se a ULISSES e ao seu regresso a Ítaca. 

ALEGORIAS BÍBLICAS OCULTAS CERCA DE 240 ANOS NA IGREJA MATRIZ DE CASTRO DAIRE

 Na capela-mor da Igreja Matriz de Castro Daire, por razões de obras de restauro e conservação do cadeiral do coro baixo, de talha barroca, foram postos a descoberto, no ano de 2017, os dois painéis de azulejos de «padrão pombalino» que aqui se mostram e historiam.