CASTRO DAIRE - TERRA E GENTE
Há dias publiquei no meu mural do Facebook o texto que se segue. Por distração minha não o transportei para este espaço - trilhos serranos - , mas ainda o fiz em tempo próximo, pois aqui é mais facilmente encontrado por mim, quando tenho necessidade de «revisitar» coisas «pensadas, ditas e feitas». Assim;
ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES
RECENSÃO CRÍTICA
Pessoa amiga, no sentido de me familiarizar com esta forma INTELIGENTE de vermos o mundo avançar, submeteu alguns dos meus textos disponíveis online, ao “motor” da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL no sentido de obter uma RECENSÃO CRÍTICA, ciente de que este labor consiste “numa análise aprofundada e avaliativa de uma obra (livro, artigo, filme), que vai além de um simples resumo para emitir um juízo de valor fundamentado, destacando pontos fortes e fracos, a relevância e o contexto da obra, sendo escrita por um especialista ou alguém com conhecimento na área, com o objetivo de informar e guiar outros leitores”.
SER OU NÃO SER PORTUGUÊS
Quando passeio o olhos pelo mapa da PENÍNSULA IBÉRICA e vejo essa “jangada de pedra” nos tempos pré-romanos, romanos e pós-romanos, fogem-me da memória o nome dos povos que habitavam esse território, das zonas que cada um deles ocupava, das conquistas e assaltos que reciprocamente se faziam, nomes de conquistadores e de conquistados.
e «nacionalistas»
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Foi durante anos companheiro de caça do Padre Duarte, que foi pároco naquela aldeia e meu colega, professor de História e de Português, na Escola Preparatória de Castro Daire. Com ele correu montes e vales, a seu lado abateu coelhos e perdizes, com ele se habituou a saborear o que é bom na vida e está apostado em manter o hábito enquanto puder, já que na juventude, dado o tempo da guerra que corria, tal como todos os jovens da sua geração, não pôde dar-se a tal luxo.O AZEVINHO E O NATALÁrvore sagrada dos Celtas, simbolo da “boa sorte, proteção, paz, felicidade e imortalidade”, passou, com igual significado simbólico, à civilização romana, sempre usada durante as Saturnais (dezembro) como símbolo “de paz, saúde e felicidade e abundância” tempo de convívio, da troca de presentes e, ocasionalmente, ramos pendurados, em portas e janelas “para proteção contra o mal”. |