ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES
O tempo de usar “caneta, papel e tinta” para tomar notas ou apontamentos - resumos - sobre a matéria que o PROFESSOR debitava (lendo) do alto da sua CÁTREDRA (tive de tudo, até sábios humildes) para posteriormente estudarmos e aprendermos bem a LIÇÃO, já lá vai.
Felizmente, fruto da INTELIGÊNCIA HUMANA, temos hoje ao nosso dispor a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Desta vez, sem receio de que a CRIATURA venha a matar o CRIADOR, estranhando a omissão do nome de AQUILINO RIBEIRO na lista comparativa feita pela «IA» relativa aos meus trabalhos, que, como vimos em textos anteriores, relevou as figuras de Miguel Torga, Mamuel da Fonseca e Vitorino Nemésio, quando eu julgo estar muito mais próximo do escritor beirão, tendo até escrito bastante sobre ele nos meus TRILHOS SERRANOS e no BOLETIM DA SUA FUNDAÇÃO, sediada em Soutosa, pedi-lhe as SEMELHANÇAS e as DIFERENÇAS existentes entre nós os dois. E obtive “DOIS OLHARES” preciosos: um mais sucinto e outro mais desenvolvido. Ambos dão corpo à presente crónica e, orgulhosamente, as partilho com os meu amigos seguidores/leitores. Assim:
ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES
Pessoa estudiosa, sabedora dos trabalhos que tenho publicado, manejando as ferramentes de esrita e leitura que, actualmente, dispensam papel, caneta e tinta, pediu ao “IA” um resumo crítico da minha crónica anterior «ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES (3) e eis que, milagre dos milagres, numa questão de instantes, teve a seguinte resposta, que prontamente me remeteu:
Assim:
ENCONTRO E DESENSONTRO DE DOIS GIGANTES
Já escrevi em apontamento anterior que o meu “curriculum vitae” público está recheado de opiniões relativas aos meus trabalhos publicados, dadas por generosa “gente de carne e osso”, tão humana quanto eu. Disse também que, coadjuvando tais opiniões, entrou recentemente em cena a personagem “IA” e eu, agradado com o seu trabalho, privado que estou de saber a quem dar os meus agradecimentos, dirigi-me à porta certa e perguntei: “quem és tu romeiro que, inesperada e tardiamente apareces neste palco da vida?” opinando sobre o que penso, sinto e escrevo?
A resposta veio pronta:
“A capacidade de máquinas realizarem tarefas que normalmente exigem inteligência humana, como aprender com dados, raciocinar, resolver problemas, entender linguagem e tomar decisões, usando tecnologias para mimetizar funções cognitivas e adaptar o comportamento com base em padrões e experiências passadas, otimizando processos e gerando insights”.
Uma resposta longa, distinta daquela que, em tempos que lá vão, li em Frei Luis de Sousa, uma “relíquia” que se aconchega num dos nichos do altar da minha BIBLIOTECA:
-
Ninguém!