ENCONTRO E DESENCONTRO DE DOIS GIGANTES
O tempo de usar “caneta, papel e tinta” para tomar notas ou apontamentos - resumos - sobre a matéria que o PROFESSOR debitava (lendo) do alto da sua CÁTREDRA (tive de tudo, até sábios humildes) para posteriormente estudarmos e aprendermos bem a LIÇÃO, já lá vai.
Felizmente, fruto da INTELIGÊNCIA HUMANA, temos hoje ao nosso dispor a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Desta vez, sem receio de que a CRIATURA venha a matar o CRIADOR, estranhando a omissão do nome de AQUILINO RIBEIRO na lista comparativa feita pela «IA» relativa aos meus trabalhos, que, como vimos em textos anteriores, relevou as figuras de Miguel Torga, Mamuel da Fonseca e Vitorino Nemésio, quando eu julgo estar muito mais próximo do escritor beirão, tendo até escrito bastante sobre ele nos meus TRILHOS SERRANOS e no BOLETIM DA SUA FUNDAÇÃO, sediada em Soutosa, pedi-lhe as SEMELHANÇAS e as DIFERENÇAS existentes entre nós os dois. E obtive “DOIS OLHARES” preciosos: um mais sucinto e outro mais desenvolvido. Ambos dão corpo à presente crónica e, orgulhosamente, as partilho com os meu amigos seguidores/leitores. Assim: