Trilhos Serranos

CASTRO DAIRE - AS MANDAS

No meu livro “Cujó, Uma Terra de Riba-Paiva”, publicado em 1993, dito por vários informantes naturais da aldeia  e também pelo meu pai, deixei escrito em que consistia a “CERIMÓNIA DAS MANDAS” e a sua dramatização no LARGO DA IGREJA, em cima de uma montada, aparelhada e ajaezada para o efeito, por alturas do CARNAVAL.

«INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL»- E «INTELIGÊNCIA HUMANA»

O ROMEIRO

Natural do concelho de Castro Daire, por força da “descolonização”, abandonei a profissão docente que exercia  em Moçambique  e vim retomá-la na Escola Preparatória de Castro Verde,  concelho donde era natural a minha esposa MAFALDA DE BRITO MATOS LANÇA CARVALHO (nascida no Monte das Fontainhas) e ali comecei a romagem ao “TEMPLO DA INVESTIGAÇÃO E DO SABER” e ao “TEMPLO DA POLÍTICA”, fundando e organizando a célula do PARTIDO SOCIALISTA LOCAL.

«CASTRO VERDE»  E OS  «TRILHOS SERRANOS» .

Natural do concelho de Castro Daire, por força da “descolonização”, abandonei a profissão docente que exercia  em Moçambique e vim retomá-la na Escola Preparatória de Castro Verde,  concelho donde era natural a minha esposa MAFALDA DE BRITO MATOS LANÇA CARVALHO (nascida no Monte das Fontainhas) e ali comecei a romagem ao “TEMPLO DA INVESTIGAÇÃO E DO SABER” e ao “TEMPLO DA POLÍTICA”, fundando e organizando a célula do PARTIDO SOCIALISTA LOCAL, vindo a ser o Presidente da COMISSÃO CONCELHA e deputado  na  ASSEMBLEIA MUNICIPAL, enquanto residi naquele concelho. Depois tomei domicílio em Castro Daire e lá como cá continuei a escrever sobre as «GENTES E AS TERRAS» que integraram o meu percurso de vida. Daí ter solicitado à INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL uma RECENSÃO CRÍTICA de todos os textos que escrevi sobre CASTRO VERDE no meu site TRILHOS SERRANOS. O resultado é o que  se segue e constitui toda a PRIMEIRA PARTE desta crónica.

INTROITO

No dia 14/02/2016, fazendo uso da  ferramenta de pesquisa da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL disponível no meu iPad, pedi informações sobre a história da Casa da Misericórdia de Castro Verde, nomeadamente o nome dos seus fundadores, legados pios e objetivos da Casa, com a advertência antecipada de que a resposta obtida serviria de introito ao trabalho que eu tinha entre mãos sobre o assunto. E obtive a resposta  aue se segue:

*Fundadores*: A Misericórdia de Castro Verde foi fundada no século XVI, provavelmente por iniciativa de André Ascenso e sua mulher Ascensa Gonçalves, que instituíram uma capela na herdade do Monte Velho, hoje chamada da Misericórdia.

- *Legados*: A família Faleiro, uma das mais abastadas do concelho de Castro Verde, legou à Misericórdia todos os bens da casa, incluindo propriedades rurais como a Herdade dos Bispos.

- *Objetivos*: A Misericórdia de Castro Verde tinha como objetivo principal ajudar os mais necessitados, oferecendo alojamento, alimentação e assistência médica. Atualmente, o edifício abriga um lar de idosos, o Lar Jacinto Faleiro” .(Informações fornecidas pela META AI, assistente virtual de inteligência artificial”).

Claro que, face aos trabalhos de investigação  que a minha mulher e eu fizemos, a preceito e publicámos no “CASTRA CASTRORUM”, juntamente com os TESTAMENTOS e outros documentos que eu, posteriormente,  publiquei nos TRILHOS SERRANOS, potanto, ao dispor do público navegador na «WWW» , agradeci a importante, mas parca informação, bastante desiludido com  “ciência algorítmica’, hoje indiscutivelmente prestável e necessariamente usada nos meios académicos e em todas as áreas de saber.

Daí a necessidade de eu ter de  “regressar” a Castro Verde e, fazerndo uso dos meus ARQUIVOS DOMÉSTICOS analógicostornar público o trabalho que se segue.

CASTRO VERDE – TESTAMENTO DE MARCOS VISEU (*)

«Certifico, eu António Vaz Fazenda, público tabe1ião do judicial e notas nesta vila de Castro Verde, por provimento do Ouvidor de Azeitão, que é verdade que em meu poder e cartório tenho o testamento aberto com que faleceu Sebas­tiana da Graça, mulher de Marcos Viseu, morador nesta vila de Castro Verde; o qual testamento fez a dita Sebastiana da Graça de mão comua com o dito seu marido Marcos Vizeu e foi julgado por sentença do Juiz por bom, firme e va­lioso; e por despacho do mesmo Juiz me foi mandado desse o próprio ao dito Marcos Vizeu e me ficou o treslado dele; o qual testamento consta ser feito no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo de mil e seiscentos e oitenta e três anos em os quatro dias do mês de Novembro da dita era; e pelo dito testamento consta os ditos testadores Sebastiana da Graça e seu marido Mar­cos Vizeu deixarem umas casas à Misericórdia desta dita vila pela maneira se­guinte: