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terça, 28 setembro 2021 13:53

REPÓRTER DE SERVIÇO

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INFORMAÇÃO

Sem carteira profissional de jornalista, a bolsa que, quotidianamente, uso a tiracolo e o colete com muitos bolsos que, há muitos anos, faz parte da minha indumentária, a par dos trabalhos que vou publicando nos espaços digitais, abandonados que foram os espaços analógicos (E ALGUÉM VAI LENDO E AGRADECENDO)  devem dar-me o aspeto caraterístico de um profissional de COMUNICAÇÃO SOCIAL, pois só assim se percebe por que razão as pessoas anónimas me procuram e pedem para ir aqui, ali ou acolá fazer notícia daquilo que julgam de INTERESSE PÚBLICO.

SANTIADO2-REDZ - CópiaHá dias foi uma senhora de Baltar que me pediu para ir filmar e noticiar o estado lastimável do CAMINHO DE SANTIAGO, no troço que liga Fareja e Baltar.

Lá fui e coloquei no Youtube, devidamente comentado, tudo o que a minha câmara captou. E não é preciso lembrar que “uma imagem vale por mil palavras”.

Hoje mesmo, dia 28 de setembro de 2021, a dois dias do apuramento dos resultados eleitorais, uma senhora dirigiu-se a mim, na vila, e pediu-me para ir fotografar ou filmar as TREPADEIRAS que estão quase a tapar -lhe as janelas da moradia, vindas de uma arriba que está ao lado. Que já tinha falado com os autarcas antes das eleições, mas o resultado tinha sido nulo.

Ora, como eu não escolho RICOS ou POBRES, vivendas com aspeto de “CASA JARDIM” e/ou moradias de aspeto humilde, sem pretender USURPAR AS FUNÇÕES dos jornalistas que temos cá na terra, desloquei-me ao local e aqui deixo o DOCUMENTO.

Ferraria -REDUZQuem conhece o burgo vilão (presumo que os nossos autarcas o conheçam) não terá dificuldade em identificar o local e tomar as diligências necessárias por forma a evitar os acidentes ou “incidentes” que possam decorrer do estado de tristeza em que se encontra esse “painel” de residências neste bairro “periférico”.

Da minha parte, como cidadão que ainda por aqui me passeio, fiz o que entendi necessário, informar…sempre na intenção de evitar MALES MAIORES em defesa do PRIVADO e do BEM COMUM.

Para quem fala do que não sabe...De quem passa, olha e não vê...para quem confunde um simples silvado de socalco com uma ameaçadora arriba que, a qualquer momento, pode virar em DERROCADA, como se viu agora na MADEIRA, pondo em perigo todo o transeunte que faça uso da rua da Ferraria, para esses dou de barato as “futilidades” que aditam à laia de COMENTÁRIO no meu mural do FACEBOOK. Mas o mesmo não faço para com aqueles que, imbuídos de boa intenção, tal qual a minha, aditam informação que pode ser útil conducente à resolução do problema candente e evitarem-se lamúrias semelhantes aquelas que se seguiram à DERROCADA perto da PONTE PEDRINHA onde faleceu um MAQUINISTA da CÂMARA meu amigo.

O resto, as «bocas» facebokianas de quem fala por falar, de quem claramente dá mostras de vergar a cerviz aos poderes públicos ou de carregar às costas a banca de engraxador/a  com escova e pomada lustrosa para agradar a tais poderes, à falta de fazer melhor e gastar o seu tempo com COISA NENHUMA, que se vá entretendo com essas «bocas», aquelas que lhe trazem felicidade e são o seu autêntico Bilhete de Identidade. Neste mundo da COMUNICAÇÃO, nem precisa de ir deitar-se no divã do especialista para, numa escala de 1 a 5, eu  lhe atribuir o valor ZERO.    

 

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Abílio Pereira de Carvalho

Abílio Pereira de Carvalho nasceu a 10 de Junho de 1939 na freguesia de S. Joaninho (povoação de Cujó que se tornou freguesia independente em 1949), concelho de Castro Daire, distrito de Viseu. Aos 20 anos de idade embarcou para Moçambique, donde regressou em 1976. Ler mais.