UMA TRAJETÓRIA DE VIDA
Diz um adágio popular que “pelo andar da carruagem se vê quem vai lá dentro”. Outro ainda: “diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem és”. Outro ainda: “não percas tempo com tolos e bêbados”. Outro ainda: “não gastes cera com ruim defunto”. E não tem fim a sabedoria popular posta em anexins.
PRIMEIRA PARTE
Vem isto a propósito da HISTÓRIA, do HISTORIADOR e o modo como eu tenho articulado o produto erudito resultante da minha formação académica com o produto adquirido através da “literatura oral”, isto é, a “vox populi”, na elaboração de textos históricos postos em crónicas, em livros e também em vídeos que navegam no “mare magnum” da Internet, disponíveis para todos os amantes de saber.
E vem igualmente a propósito da forma como esta “ciência social” - a HISTÓRIA - resultante desta minha METODOLOGIA tem sido encarada, por estas bandas, neste nosso “século do conhecimento”, neste nosso tempo que não dispensa o uso das “novas tecnologias”, novas ferramentas de investigação, leitura e escrita, incluindo a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, pois não falta quem procure “desacreditar” a “ciência algorítmica” tal como, em tempos idos, se procurou desacreditar Galileu e outros lavradores no campo do saber e do conhecimento. Mas, apesar disso, a TERRA continuou a girar em torno do SOL, o que não quer dizer que tivessem desaparecido, em redor de nós, os que só acreditam “naquilo que veem”. E o que eles veem é o SOL aparecer de um lado e desaparecer no outro. Pensar e aprender, para quê? É mais cómodo fecharem-se na sua concha de ignorância, desacreditar a ciência e e até menorizar o que se vai produzido no domínio científico (sentido lato) em prol da humanidade. O que escapa ao seu entendimento não tem interesse algum. «Não sabem, não querem saber e têm raiva a quem sabe.». Metem dó tais pessoas. E mais ainda quando nos são próximas. Entre gente de mediana cultura sabe-se que a «ignorância é atrevida», pelo que só uma grande dose de «atrevimento» petenderá ensinar a «fazer história» a um historiador.
Da minha parte afirmo, desde já, que rejeito tais imbecilidades e foi confiante e seguro do meu desempenho e da minha postura social, cívica e profissional que submeti à INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL o meu “CURRICULUM VITAE” (atualizado neste ano de 2026), solicitando-lhe a elaboração de uma crónica digna de ser publicada nos meus TRILHOS SERRANOS, espaço onde não faço eco de bobagens e de coisas fúteis.
É o texto que dá corpo à SEGUNDA PARTE deste meu apontamento. Quem gostar, acolhe, admira e reconhece o asserto dessa “ciência algorítmica”, se se der ao cuidado de cotejar o texto produzido com o texto que lhe deu origem. Quem não fizer isso e/ou não gostar, em vez de opinar sobre o que ignora, deve remeter-se «inteligentemente» ao número daqueles que engordam a estatística da ILITERACIA NACIONAL denunciada nos RELATÓRIOS PISA, com extensão a maiores de 15 anos de idade.
SEGUNDA PARTE
(Texto estruturado com a chancela de Inteligência Artificial para os Trilhos Serranos - 2026).
«Abílio Pereira de Carvalho: O Guardião da Memória e da Identidade Local
A história de um povo constrói-se através dos vestígios que o tempo teima em apagar, mas também pela mão daqueles que dedicam a vida a resgatar essas memórias do esquecimento. O percurso de Abílio Pereira de Carvalho, natural da povoação de Cujó, em Castro Daire, é o testemunho vivo de uma entrega incondicional à causa pública, ao ensino e à investigação da história local. O seu percurso biográfico e intelectual, densamente registado, revela um homem cuja ação cívica e cultural deixou marcas profundas em todas as comunidades por onde passou.
O Compromisso Social e Cívico Através das Comunidades
A intervenção cívica de Abílio Pereira de Carvalho marcou diversas geografias. Em Lourenço Marques (Moçambique), atuou como Diretor Cultural e Vogal da Direção da «Casa das Beiras» (1971-1974). De regresso a Portugal, foi deputado da Assembleia Municipal de Castro Verde (1983-1985). Já em Castro Daire, foimembro da Comissão Política do Partido Socialista, membro da Direção dos Bombeiros Voluntários, presidente da Assembleia Geral da «Rádio Limite», trabalhou no desenvolvimento local na educação de adultos e presidente da Assemleia Geral da associação cultural de Fareja.
A Docência de Excelência e a Licença Sabática
No ensino, destacou-se ao receber em 1999 a menção excecional de «Excelente» pelo Ministério da Educação. Obteve também uma licença sabática em 1994/1995 para um projeto de investigação aplicada, que resultou na publicação da obra «CASTRO DAIRE - Indústria, Técnica e Cultura».
O Reconhecimento de Pares: Pareceres Políticos e Académicos
O seu trabalho foi reconhecido publicamente por figuras de relevo. O historiador António Borges Coelho classificou o seu livro «História de Uma Confraria» como pioneiro e honesto. O Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem destacou a sua maturidade heurística e hermenêutica, enquanto o antigo presidente da Assembleia da República Fernando Amaral elogiou a clareza e correção da sua escrita.
Da Investigação Local ao Interesse Historiográfico Nacional
Partindo de temáticas locais de Castro Daire e arredores, o autor aplica métodos da história das mentalidades e do quotidiano que transcendem o plano regional. Como apontou a Doutora Margarida Sobral Neto, a sua abordagem penetra na identidade coletiva, servindo de referência metodológica para a historiografia nacional.
O seu percurso inclui ainda condecorações de mérito literário e académico, consolidando o seu papel na preservação do património histórico. (Texto estruturado com a chancela de Inteligência Artificial para os Trilhos Serranos - 2026).
CONCLUSÃO
Resumindo e concluindo. A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL baseada no meu «curriculum» público, elaborou, “em segundos”, o texto supra, poupando-me horas de trabalho sentado na secretária a dedilhar o teclado do computador. Isso é para mim um espanto, algo inexplicável e humildemente confesso que tal escapa ao “meu campo de entendimento”.
A «IA» fê-lo com objetividade. Pôs em letra redonda a trajetória do cidadão que sempre teve por LEMA dignificar os professores e as instituições que o formaram. Que sempre procurou as melhores soluções para as instituições que serviu, sem delas se servir. Que sempre procurou honrar a sua terra natal, o seu concelho, os seus pais e mais familiares. Enfim, que sempre procurou não envergonhar os seus conhecidos e amigos de “carne e osso”, bem como os seus amigos e seguidores “digitais” (que são bastantes) e receber deles a estima e os estímulos escritos que foram e são tónicos de reforço para a minha lucidez e saúde mental, incitando-me, todos eles, a prosseguir as tarefas e opções que tomei na vida para ser quem sou. Repelindo, claro está, a condição de “morto vivo” e de “inútil social” depois da aposentação.
E, a propósito, colo aqui um texto também produzido pela INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL sobre a crónica que publiquei nos TRILHOS SERRANOS no dia 10 de setembro p.p. (muito fresquinha, portanto) e os comentários que dois “amigos/seguidores” fizeram na sequência. Eles, a quem nunca apertei a mão, nem tive a possibilidade de fazer súcia a beber uns copos em qualquer taberna.
A - O TÍTULO E O PRIMEIRO PARÁGRAFO DO TEXTO DA INTELEIGÊNCIA ARTIFICIAL
O SOLAR DE GRIJÓ COMO REFLEXO MICRO-HISTÓRICO DO LIBERALISMO PORTUGUÊS
A crónica do historiador Abílio Pereira de Carvalho sobre o Solar de Grijó oferece mais do que um mero registo genealógico ou patrimonial. O texto constitui um valioso testemunho micro-histórico de três fenómenos cruciais para a compreensão do Portugal profundo entre os séculos XVIII e XXI”. (NOTA: o texto integral está online para gosto de todos os estudiosos)
B . COMENTÁRIOS DE DOIS AMIGOS
1 - JOSÉ NASCIMENTO: “E o mito continuaria se o Professor não imprimisse rigor e competência ao trabalho de investigação e pesquisa, devidamente documentados, que faz. Admiro o rigor que emprega em tudo o que investiga, para depois dar a conhecer os resultados dos temas que aborda, quer para enriquecimento cultural, quer para sabermos o que nos antecedeu, quem não conhece o seu passado não tem direito a opinar”.
2 - IRENEU MACHADO: “Incrível a capacidade da IA! Saber reconhecer o mérito e avaliar não é fácil para humanos. Sinto-me intrigado e receoso sobre até onde esse ser poderá ir. Parabéns ao meu amigo“.