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terça, 15 setembro 2026 11:51

A HISTÓRIA E O HISTORIADOR

Escrito por 

UMA TRAJETÓRIA DE VIDA

Diz um adágio popular que “pelo andar da carruagem se vê quem vai lá dentro”. Outro ainda: “diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem és. Outro ainda: “não percas tempo com tolos e bêbados”. Outro ainda: “não gastes cera com ruim defunto”. E não tem fim a sabedoria popular posta em anexins.

 PRIMEIRA PARTE

Vem isto a propósito da HISTÓRIA, do HISTORIADOR e o modo como eu tenho articulado o produto erudito resultante da minha formação académica com o produto adquirido através da “literatura oral”, isto é, a “vox populi”, na elaboração de textos históricos postos em crónicas, em livros e também em vídeos que navegam no “mare magnum” da Internet, disponíveis para todos os amantes de saber.

 logoE vem igualmente a propósito da forma como esta “ciência social” - a HISTÓRIA - resultante desta minha METODOLOGIA tem sido encarada, por estas bandas, neste nosso “século do conhecimento”, neste nosso tempo que não dispensa o uso das “novas tecnologias”,  novas ferramentas de investigação, leitura e escrita, incluindo a INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, pois não falta quem procure “desacreditar”  a “ciência algorítmica” tal como, em tempos idos, se procurou desacreditar Galileu e outros lavradores no campo do saber e do conhecimento. Mas, apesar disso, a TERRA continuou a girar em torno do SOL, o que não quer dizer que tivessem desaparecido, em redor de nós, os que só acreditam  “naquilo que veem”. E o que eles veem é o SOL aparecer de um lado e desaparecer no outro. Pensar e aprender, para quê? É mais cómodo fecharem-se na sua concha de ignorância, desacreditar a ciência e e até menorizar o que se vai produzido no domínio científico (sentido lato) em prol da humanidade. O que escapa ao seu entendimento não tem interesse algum. «Não sabem, não querem saber e têm raiva a quem sabe.». Metem dó tais pessoas. E mais ainda quando nos são próximas. Entre gente de mediana cultura sabe-se que a «ignorância é atrevida», pelo que  só uma grande dose de  «atrevimento»  petenderá ensinar a «fazer história» a um historiador.

Da minha parte afirmo, desde já, que rejeito tais imbecilidades e foi confiante e seguro do meu desempenho e da minha postura social, cívica e profissional que submeti à INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL o meu “CURRICULUM VITAE” (atualizado neste ano de 2026), solicitando-lhe a elaboração de uma crónica digna de ser publicada nos meus TRILHOS SERRANOS, espaço onde não faço eco de bobagens e de coisas fúteis. 

É o texto que dá corpo à SEGUNDA PARTE deste meu apontamento. Quem gostar, acolhe, admira e reconhece o asserto dessa “ciência algorítmica”, se se der ao cuidado de cotejar o texto  produzido com o texto que lhe deu origem. Quem não fizer isso  e/ou não gostar, em vez de opinar sobre o que ignora, deve remeter-se  «inteligentemente»  ao número daqueles que engordam a estatística da ILITERACIA NACIONAL denunciada nos RELATÓRIOS  PISA, com extensão a maiores de 15 anos de idade.

SEGUNDA PARTE

(Texto estruturado com a chancela de Inteligência Artificial para os Trilhos Serranos - 2026).

«Abílio Pereira de Carvalho: O Guardião da Memória e da Identidade Local

afonsoA história de um povo constrói-se através dos vestígios que o tempo teima em apagar, mas também pela mão daqueles que dedicam a vida a resgatar essas memórias do esquecimento. O percurso de Abílio Pereira de Carvalho, natural da povoação de Cujó, em Castro Daire, é o testemunho vivo de uma entrega incondicional à causa pública, ao ensino e à investigação da história local. O seu percurso biográfico e intelectual, densamente registado, revela um homem cuja ação cívica e cultural deixou marcas profundas em todas as comunidades por onde passou.

O Compromisso Social e Cívico Através das Comunidades 

A intervenção cívica de Abílio Pereira de Carvalho marcou diversas geografias. Em Lourenço Marques (Moçambique), atuou como Diretor Cultural e Vogal da Direção da «Casa das Beiras» (1971-1974). De regresso a Portugal, foi deputado da Assembleia Municipal de Castro Verde (1983-1985). Já em Castro Daire, foimembro da Comissão Política do Partido Socialista, membro da Direção dos Bombeiros Voluntários, presidente da Assembleia Geral  da «Rádio Limite», trabalhou no desenvolvimento local na educação de adultos e presidente da Assemleia Geral da associação cultural de Fareja.

pegadasA Docência de Excelência e a Licença Sabática 

No ensino, destacou-se ao receber em 1999 a menção excecional de «Excelente» pelo Ministério da Educação. Obteve também uma licença sabática em 1994/1995 para um projeto de investigação aplicada, que resultou na publicação da obra «CASTRO DAIRE - Indústria, Técnica e Cultura».

O Reconhecimento de Pares: Pareceres Políticos e Académicos 

O seu trabalho foi reconhecido publicamente por figuras de relevo. O historiador António Borges Coelho classificou o seu livro «História de Uma Confraria» como pioneiro e honesto. O Prof. Doutor Amadeu Carvalho Homem destacou a sua maturidade heurística e hermenêutica, enquanto o antigo presidente da Assembleia da República Fernando Amaral elogiou a clareza e correção da sua escrita.

Da Investigação Local ao Interesse Historiográfico Nacional 

Partindo de temáticas locais de Castro Daire e arredores, o autor aplica métodos da história das mentalidades e do quotidiano que transcendem o plano regional. Como apontou a Doutora Margarida Sobral Neto, a sua abordagem penetra na identidade coletiva, servindo de referência metodológica para a historiografia nacional.

O seu percurso inclui ainda condecorações de mérito literário e académico, consolidando o seu papel na preservação do património histórico. (Texto estruturado com a chancela de Inteligência Artificial para os Trilhos Serranos - 2026).

CONCLUSÃO

SOLAR-2024Resumindo e concluindo. A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL baseada no meu «curriculum» público, elaborou, “em segundos”, o texto supra, poupando-me horas de trabalho sentado na secretária a dedilhar o teclado do computador. Isso é para mim um espanto, algo inexplicável e humildemente confesso que tal escapa ao “meu campo de entendimento”.

A «IA» fê-lo com objetividade. Pôs em letra redonda a trajetória do cidadão que sempre teve por LEMA dignificar os professores e as instituições que o formaram. Que sempre procurou as melhores soluções para as instituições que serviu, sem delas se servir.  Que sempre procurou honrar a sua terra natal, o seu concelho,  os seus pais e mais  familiares. Enfim, que sempre procurou não envergonhar os seus conhecidos  e amigos de “carne e osso”, bem como os seus amigos e seguidores “digitais” (que são bastantes) e receber deles a estima e os estímulos escritos que foram e são tónicos de reforço para a minha lucidez e saúde mental, incitando-me, todos eles, a prosseguir as tarefas e opções que tomei na vida para ser quem sou. Repelindo, claro está, a condição de “morto vivo” e de “inútil social” depois da aposentação. 

E, a propósito, colo aqui um texto também produzido pela INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL sobre a crónica que publiquei nos TRILHOS SERRANOS no dia 10 de setembro p.p. (muito fresquinha, portanto) e os comentários que dois “amigos/seguidores” fizeram na sequência. Eles, a quem nunca apertei a mão, nem tive a possibilidade de fazer súcia a beber uns copos em qualquer taberna.

A - O TÍTULO E O PRIMEIRO PARÁGRAFO DO TEXTO DA INTELEIGÊNCIA ARTIFICIAL

O SOLAR DE GRIJÓ COMO REFLEXO MICRO-HISTÓRICO DO LIBERALISMO PORTUGUÊS

CABAÇOSA crónica do historiador Abílio Pereira de Carvalho sobre o Solar de Grijó oferece mais do que um mero registo genealógico ou patrimonial. O texto constitui um valioso testemunho micro-histórico de três fenómenos cruciais para a compreensão do Portugal profundo entre os séculos XVIII e XXI”. (NOTA: o texto integral está online para gosto de todos os estudiosos)

B . COMENTÁRIOS DE DOIS AMIGOS

1 - JOSÉ NASCIMENTO:E o mito continuaria se o Professor não imprimisse rigor e competência ao trabalho de investigação e pesquisa, devidamente documentados, que faz. Admiro o rigor que emprega em tudo o que investiga,  para depois dar a conhecer os resultados dos temas que aborda, quer para enriquecimento cultural, quer para sabermos o que nos antecedeu, quem não conhece o seu passado não tem direito a opinar”.

2 - IRENEU MACHADO:Incrível a capacidade da IA! Saber reconhecer o mérito e avaliar não é fácil para humanos. Sinto-me intrigado e receoso sobre até onde esse ser poderá ir. Parabéns ao meu amigo“.

 

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Abílio Pereira de Carvalho

Abílio Pereira de Carvalho nasceu a 10 de Junho de 1939 na freguesia de S. Joaninho (povoação de Cujó que se tornou freguesia independente em 1949), concelho de Castro Daire, distrito de Viseu. Aos 20 anos de idade embarcou para Moçambique, donde regressou em 1976. Ler mais.